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James Hetfield e Lars Ulrich: Metallica toca setlist 'optativo' pra ocupar novos públicos. Juntar 100 1 mil pessoas em um evento é um episódio extravagante perante qualquer ponto de visibilidade. Só por curiosidade, é um número superior que a população inteira de cidades médias do interior do estado de São Paulo, como Avaré e Lorena. O Lollapalooza neste instante é uma marca consolidada, o que significa que amplo fração do público compra ingressos para o festival antes mesmo de saber quais serão os artistas escalados. No ano passado, o festival reuniu por volta de 150 1000 pessoas nos 2 dias com um line up homogêneo, tendo como headliners nomes como Eminem, Florence and the Machine, Marina and the Diamonds e Planet Hemp.


São nomes de prestígio, entretanto como o Lolla tem inmensuráveis palcos e atrações simultâneas, o público acaba se diluindo entre as dezenas de atrações. O Lolla 2017 seguiu outra estratégia: apostou nos grandes headliners para trazer mais gente. Metallica no sábado, The Strokes no domingo. E também vender muito mais ingressos, a possibilidade mandou públicos bem distintos para cada dia (sábado, rock; domingo, pop) e concentrou o público no palco principal do festival, o Skol. O público bem maior que as novas 5 edições do evento trouxe uma modificação também conceitual ao Lollapalooza. Nas edições anteriores era menos difícil sair de um palco para o outro, o que possibilitava ao público curtir inúmeros shows no mesmo festival. Com o novo formato foi praticamente inaceitável se deslocar entre os palcos, o que acabou desfigurando o caráter de “festival” e deixou o Lolla mais semelhante com um amplo show de rock de um palco só.


Só pra deixar cadastrado: sempre fico arrepiado no momento em que vejo um show marcado pro Autódromo de Interlagos. Visto que este ano eu ouvi alguns amigos que garantiam que a melhor maneira de deslocar-se até o Autódromo era de transporte público, mais precisamente de metrô/trem. Foi a melhor coisa que eu fiz: trajeto rapidamente, lotação aceitável, sinalização perfeita da estação até a entrada do autódromo.


Se por um lado o transporte foi uma boa surpresa, há duas opiniões que precisam ser analisadas urgentemente pela organização do festival. Dificuldade 1: Cerveja. Como é possível encontrar que um festival patrocinado por uma marca de cerveja teria problemas com o chopp às 6 da tarde do primeiro dia?


Quem é o responsável por sondar a busca necessária pra um festival nesse tamanho? Como é que este profissional pode errar tão feio? Como é possível a empresa jogar em tal grau dinheiro fora? Fora que simplesmente não é aceitável atravessar quarenta minutos numa fila para comprar uma cerveja. O ingresso é muito caro e o fã do Metallica tem o direito de observar ao show da sua banda favorita tomando uma cerveja.


Como é possível deste jeito encontrar que é normal ele perder metade do show para alcançar comprar uma cerveja? O planejamento do festival tem que analisar o número de bares, se essa logística é baseada no Lolla internacional, deveria ser repensada pro Brasil. Uma ideia genial que poderia ter ajudado a aprimorar isso foi por água abaixo por outro defeito simples de planejamento. Pra impossibilitar pagamentos e trocos nos bares, o público carregava a pulseira com um estabelecido valor, e na hora de apanhar a cerveja ou sanduíche bastava apenas encostar a pulseira no leitor ótico.


Pena que os smartphones não funcionam bem no autódromo, ainda mais quando há 100 mil pessoas descrevendo fotos e videos nas redes sociais. Repercussão: muita gente ficou sem comprar nada pelo motivo de simplesmente não conseguia acessar o website do festival pra carregar o valor da pulseira. Será que ninguém imaginou que as pessoas usariam a web pra postar imagens no Facebook?


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Que mundo essas pessoas com ideias tão geniais vivem? Que tal descobrir se a internet em Interlagos funciona antes de desenvolver um sistema deste modo? Ou, melhor: que tal instalar uma cobertura ao longo dos dois dias que permita que a internet realmente funcione? Depois das lúdicas Tegan and Sara, o palco Axe recebeu Criolo, que já poderá ser considerado um vasto nome da música brasileira - pelo menos em termos de público.


Criolo, pra mim, é uma espécie de ‘muso’ do movimento ‘Fora Temer’, um artista que “parece” ter muito a falar, contudo, que na realidade não diz bastante coisa. Vejamos seu maior sucesso, “Não Existe Carinho em SP”. Apesar de ser uma música interessante - apesar de chupada de ‘Glory Box’, do Portishead -, discordo conceitualmente do seu significado. Como assim, não existe carinho em São Paulo? Em pleno século 21, cantar o clichê de ‘oh-cruel-cidade-grande’ é se render à profundidade do pires. É o tipo de artista que critica a ‘frieza da metrópole’ e depois publica manifesto de suporte a pichadores. O que uma coisa tem a ver com a outra?


A dupla The xx ficou famosa no Brasil ao atingir emplacar a canção ‘Angels’ pela minissérie ‘Amores Roubados’, da Globo. Mas quem viu a performance da dupla Romy Madley Croft e Oliver Sim no palco Ônix entendeu que teu som é muito mais difícil do que uma trilha pra Tv.

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